Eu sou Rosilane, professora apaixonada pelo que faço, em busca de novas experiências para melhor desempenhar minhas atividades pedagógicas e levar aos alunos e colegas de trabalho oportunidades de desenvolvimento e aprendizagem.
Cidadania
Cidadania(do latim,civitas, "cidade")é o conjunto de direitos e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive.
O conceito de cidadania sempre esteve fortemente "ligado" à noção de direitos, especialmente osdireitos políticos, que permitem ao indivíduo intervir na direção dos negócios públicos do Estado, participando de modo direto ou indireto na formação dogovernoe na suaadministração, seja ao votar (direto), seja ao concorrer a um cargo público (indireto).No entanto, dentro de uma democracia, a própria definição deDireito, pressupõe a contrapartida dedeveres, uma vez que em uma coletividade os direitos de um indivíduo são garantidos a partir do cumprimento dos deveres dos demais componentes da sociedadeCidadania, direitos e deveres.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Educação, Cidadania e Tecnologia
Um dos maiores desafios que se colocam à nação brasileira é o de universalizar
uma educação de qualidade, como política de Estado de ação permanente. Não se
trata de construir prédios e chamá-los de “escolas”, mas sim de proporcionar espaços
de ensino-aprendizagem em que tanto os educadores quanto os educandos sejam
respeitados integralmente como seres humanos e que isto seja o alicerce de sua formação intelectual e de cidadania.
Para tanto, é imprescindível que a educação tenha como fundamento primeiro o diá-
logo. Assim, o educador torna-se mestre: tratando ou educando como sujeito, conduzindo-o no processo em que vai buscar encontrar a si mesmo, desenvolver suas capacidades e potencialidades, descobrir seus interesses e olhar com clareza para a realidade
em que vive e compreendê-la. Isso possibilitará que ele, educando, enxergue as suas dificuldades não como barreiras intransponíveis, mas como estímulos para a superação; e
as suas necessidades como alimento para a transformação de si e do mundo.
É no respeito e na formação humana de seus cidadãos, na sua autonomia de sujeitos
pensantes, críticos, solidários e livres, que um país constrói a sua soberania. Isso é ainda
mais verdadeiro neste início de século XXI, em que a sociedade da informação se consolida e o capital intelectual, entendido como a capacidade de transformar em riqueza o conhecimento, torna-se um fator primordial de êxito para indivíduos, organizações, empresas e nações.
Percebe-se, então, a importância que a educação tem para que sejamos capazes de
mudar nossa posição no concerto das nações, deixando de ser – como já fomos – simples usuários de tecnologias importadas para nos tornarmos, cada vez mais, produtores de soluções originais, forjadas em resposta às nossas reais necessidades e sintonizadas com o nosso contexto social, econômico e cultural.
Este longo caminho, que implica articular uma gama de estratégias para produzir
uma enorme transformação científica e cultural entre nós, já começou a ser percorrido, e não é algo que possa caber apenas a uma ou outra pessoa ou organização. Ele diz
respeito ao conjunto da sociedade. No entanto, temos como um dos pontos vulneráveis a nossa escola pública, que não tem sido sempre tão eficaz em ajudar nossas
crianças a encontrarem seus caminhos, e também a aprender a ler, escrever e interpretar textos e manejar conceitos básicos de matemática, e a construir soluções para os
problemas.
Assim, está claro que há um caminho imenso a percorrer e que cabe a cada um de nós abrir espaços para uma relação produtiva na construção do conhecimento.
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